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PAUL VAN OSTAIJEN

O idioma dos flandres sempre me fascinou. E a Bélgica, mais que a Holanda. Por ter dois idiomas. O de Apollinaire e o de Paul van Ostaijen (1896-1928).
Este último, de vida breve, revolucionou a poesia neerlandesa. Este que posto aqui é um raro. Quase caligramático. A tradução é via francês de uma edição bilíngue,
de 1921.





Aqui vai:

Acima no céu VIoleta
sombra violETa
fosforescente
mÃo AMAReLA
Cinco bem perceptíveis
5
DEdos





Escrito por barto às 16h11
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MAX BENSE

Max Bense dispensa apresentações. Este poema tem o dedo do mestre HC




Escrito por barto às 15h52
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UM ESSE



Esse poema-cauda me faz lembrar o de Lewis Carroll: Tail-Poem (quem quiser, pode saborear a belíssima tradução de Augusto de Campos, no seu livro o Anticrítico...há outras traduções mas...)
Bom, Una Esse é um dos meus preferidos. Foi publicado em 1905, no livro Les tenebres, de Rafael Nogreras Oller. Não muito tempo depois de Carroll.
Uma homenagem ao non sense, como diria AC.

Escrito por barto às 22h48
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